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Vocês terão emprego certo num nightclub, e o nome de Andy Warhol vai aparecer como sendo o empresário de vocês. Eles disseram: “A gente não tem amplificadores. Eu disse: “Bem, teremos que descolar amplificadores pra vocês. Eles disseram: “Bom, isso seria legal, mas a gente não tem onde morar. Eu disse: “Ok, ok, ok. Bem, voltaremos amanhã pra falar sobre isso. Então eu disse pra Andy que tinha encontrado o grupo que iríamos empresariar. Andy disse: “Oh uu-uu-uuuu ohouuuuuuuuuuuuu! Andy sempre tinha medo de fazer o que quer que fosse, mas ao sentir que alguém tinha confiança no que estava fazendo, especialmente no meu caso, ele apenas dizia: “Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh. ok. Sterling Morrison: Não fiz nenhum esforço pra impressionar Andy Warhol. Que me importava? Ele era apenas um sujeito da turma dos artistas que estava suficientemente interessado em nossas canções pra vir ouvi-las – mas isso não era como a visita de algum grande produtor de discos. Ele era apenas um artista sobre o qual eu sabia pouca coisa – exceto em termos de notoriedade. Meu gosto em arte naquela época não era pop art, provavelmente era arte flamenca, sei lá. Impressionismo. Não, pré- rafaelitas.

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Aí eu estava olhando pro papo furado impresso atrás e disse: “Veja só, use a palavra ‘exploding’, algo de ‘plastic’, e, seja lá o que isso signifique, ‘inevitable’”. Andy Warhol: Todos nós sabíamos que algo de revolucionário estava acontecendo. A gente sentiu isso. As coisas não pareceriam estranhas e novas se alguma barreira não estivesse sendo quebrada. “É como o Maaar Vermelho. , disse Nico uma noite, parada perto de mim no balcão do Dom, que dava vista pra toda a ação: “. e abrinnnnndo. Paul Morrissey: A gente tocou no Dom, em St. Marks Place, por cerca de um mês, daí fui pra L. . pra acertar um trabalho num nightclub em Sunset Boulevard chamado Trip – vê se pode. Uma patética merda hippie. Então a gente caiu fora do Dom porque não tinha ar-condicionado e o verão estava chegando, e fomos todos pra L. . E pareceu divertido. Daí Bill Graham veio de San Francisco implorando pra eu agendar o Velvet Underground no seu banheiro, o Fillmore Auditorium – o Swillmore Vomitorium (Vomitório de Beberragem) . Rapaz, ele era um canalha.

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O que percebi naqueles caras negros foi que a música escorria como mel dos dedos deles. Verdadeiramente infantil e encantadora na sua simplicidade. Era apenas uma forma muito natural de expressão e de estilo de vida. Eles estavam bêbados o tempo todo, e era tudo sexo e camaradagem e era apenas um bando de caras que não queriam trabalhar e que tocavam bem. Saquei que estes caras estavam muito além de mim e que o que eles estavam fazendo era tão natural pra eles que seria ridículo de minha parte fazer uma cópia estudada daquilo, que era o que a maior parte das bandas brancas de blues fazia. Então, certa noite fumei um baseado. Sempre quis usar drogas, mas nunca pude porque a única droga que eu conhecia era marijuana, e eu era asmático pra caramba. Antes disto eu não estava interessado em drogas, nem em encher a cara. Só queria tocar e ver o que rolava, era só o que me interessava. Mas aquela garota, Vivienne, que me deu a carona pra Chicago, me deixou com um pouco de erva. Então, uma noite fui pra estação de tratamento de esgoto perto de Loop, onde o rio é inteiramente industrializado. São só represas de concreto e eflúvios junto a Marina Towers. Então fumei esse baseado, e ele me bateu. Pensei: “O lance é tocar o meu próprio blues simples. Eu poderia descrever minha experiência baseado no jeito que aqueles caras estão descrevendo as deles. Então foi o que fiz. Me apropriei de um monte das formas vocais deles e das linhas melódicas também – ouvidas, ou mal-ouvidas, ou deturpadas, das canções de blues. Assim, “I Wanna Be Your Dog” provavelmente é resultado da minha má interpretação de “Baby Please Don’t Go”.

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Ceci estava mostrando seu desenho para Brandi e rindo. Ambas riam. E daí? Por que isso me atormentava? Winslow também ria e me mostrou o desenho dele, que parecia ter sido feito por uma criança de dois anos. Acima do desenho, Mackel tinha escrito: “interpretação minimalista interessante”. Não é que eu estivesse com ciúme ou coisa parecida. Por que estaria? Ceci tinha o direito de escolher suas amizades. Eu só queria que ela escolhesse a mim. ale a boca, cérebro. Mackel se lançou em uma explicação sobre os diversos usos do lápis, do carvão e dos marcadores, depois demonstrou os efeitos que se podia atingir com cada um. Tentei anotar, mas não sabia bem o que escrever. Ele disse para experimentarmos, assim que comprássemos nossos materiais. Esperei o estúdio esvaziar antes de me aproximar de Mackel. Ele levantou os olhos de sua mesa, onde conferia os nomes da lista de presença, distraído. Sorriu, inexpressivo. — Você queria falar comigo?

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Para uma cidade pequena como Florada, eu fui um completo maluco. Não havia uma pessoa sequer que não tivesse ouvido falar de mim. Minha fama me precedia, as senhoras afastavam as filhas do meu caminho, me olhavam torto, iam reclamar na minha casa a cada vez que eu aprontava alguma. Lembro o ódio cada vez maior do meu pai por mim e meu sorriso de deboche para ele, provocando-o de propósito. Só eu sabia o quanto sofri naquela época, usando a revolta para mascarar o quanto o desprezo dele me afetava. acudi a cabeça, tentando afastar aqueles pensamentos. Observei os diversos rostos novos e desconhecidos, recebi olhares brilhantes e sorrisos de moças que passavam, sorri de volta charmoso para todas. E então comecei a perceber alguns mais conhecidos. Quando os cumprimentava, muitos arregalavam os olhos e não acreditavam que era mesmo eu. Parei para conversar com alguns dos moradores mais antigos e a maioria até foi simpática, levando em consideração as loucuras que eu fazia, como reclamavam do barulho da minha moto ou das minhas arruaças. Outros me olharam meio desconfiados, como se quisessem adivinhar que tipo de ameaça eu representava, o que só me fazia sorrir ainda mais, me sentindo como uma espécie de psicopata que volta à cidade para espalhar o terror. Muitas daquelas pessoas mais velhas tinham me visto no passado como uma má influência para seus filhos e netos. Eu era o “porra louca” do grupo e não tinha medo de nada, o que me arriscava sempre mais. Isso, inexplicavelmente, fazia com que todos quisessem ser meus amigos e todas as garotas me dessem mole. Na verdade, eu era completamente descontrolado. Boa parte das merdas que fazia nem lembrava depois, ou só em partes, pois geralmente ficava doidão demais, quase em coma alcóolico. Assim, não podia reclamar quando seus pais e avós reclamavam de mim.

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Aquelas eram as pessoas que eu imaginava que estivessem nas trincheiras da divulgação – o pessoal de Denver, Filadélfia, de tudo que é lugar. Eles ouviram Iggy e disseram: “Oh, isso não é Doors, não é Love, não é Judy Collins, não é Tom Paxton, que diabo é isso? Isso é um amontoado de barulho! Eu disse: “Mas isso vai chegar em algum lugar. É vendável. Vocês não entendem – o que ele está fazendo é rock & roll! Era difícil tentar vender Iggy. As pessoas simplesmente não entendiam a obra. O pessoal da gravadora dizia nas minhas costas: “Olha ali o Steve, ele gosta de Iggy. Dá pra acreditar? Fui o maior incentivador de Iggy na gravadora. Claro que tinha Danny Fields dando uma força pra mim, mas fui um tremendo incentivador de Iggy em tudo que foi lugar. E naquela época tentei usar toda a minha influência, que era considerável, uma vez que eu tinha Judy Collins e os Doors sob meu controle, mas a resistência a Iggy era tremenda. Scott Asheton: Iggy começou a fazer coisas consigo mesmo no Cincinnati Pop Festival, onde foi tirada aquela famosa foto dele caminhando sobre as mãos das pessoas. Ele levou dois potes de manteiga de amendoim e uns hambúrgueres pro palco, daí abriu a manteiga e começou a se lambuzar todo com ela, aí pegou os hambúrgueres e se arrastou em cima deles e arremessou- os no público. Ron Asheton: Dave Alexander foi despedido da banda no Goose Lake Pop Festival porque se detonou demais. Ele ficou nervoso por estar na frente de toda aquela gente – tomou meio litro de Kessler, fumou um monte de maconha e tomou uns calmantes.

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Acho que eu tinha uma queda pelos pré-rafaelitas, que talvez sejam os precursores do pop. Al Aronowitz: Botei o Velvet Underground no Café Bizarre, e a próxima coisa que fiquei sabendo foi que eles estavam caindo fora com Andy Warhol. Eles nunca me disseram uma só palavra, Warhol nunca me disse uma só palavra, foi altamente antiético, na verdade há uma lei contra isso. Era um acordo verbal, mas o que significa um acordo verbal pra Lou Reed – ele não passa de um porra de um junkie oportunista. Se eu tivesse assinado um contrato com os Velvets, poderia ter arrancado toda a merda de dentro das tripas de Andy Warhol com um processo. Lou Reed: Andy Warhol me disse que estávamos fazendo na música o mesmo que ele na pintura, no cinema e na literatura – ou seja, não era brincadeira. Do meu ponto de vista, ninguém estava fazendo na música nada nem próximo da coisa real, exceto nós. Estávamos fazendo uma coisa específica que era muito, muito real. Não era uma farsa ou uma mentira em nenhum aspecto concebível, e era só deste jeito que poderíamos trabalhar com ele. Porque a primeira coisa de que gostei em Andy foi que ele era muito real. Paul Morrissey: A primeira coisa que percebi no Velvet Underground foi que eles não tinham um vocalista, porque Lou Reed ficava muito sem jeito como performer. Acho que ele se forçava a fazer aquilo porque era muito ambicioso, mas Lou não era um performer natural. Então eu disse pra Andy: “Eles precisam de um cantor. Perguntei: “Lembra daquela garota que andou por aqui? Nico? Ela deixou seu disquinho, um disquinho bem legal que fez em Londres com Andrew Loog Oldham? Gerard Malanga: Nico grudou em Andy e em mim quando fomos a Paris. Somei dois mais dois e concluí que Nico tinha dormido com Dylan.

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Para mim já era comum sonhar com ele, desejar ser uma daquelas pessoas próximas, ser alvo da sua atenção. Há anos era assim, eu o amava em silêncio e criava na minha mente mil fantasias, onde ele sempre acabava apaixonado por mim e éramos felizes para sempre. A realidade era outra. Micah era o garoto mais desejado e disputado da escola, um bad boy com má fama que nunca se importou com a opinião dos outros, mas vivia cercado de admiradoras. Tinha namorado e ficado com várias das meninas. Mas não comigo. Para mim, só um daqueles sorrisos arrasadores quando desejava alguma coisa. Sem toque, sem paquera, sem interesse. uspirei, sozinha, pensando que não podia culpá-lo. Como olharia para mim? Eu era alta e vinte quilos acima do meu peso, sempre chamada por meus colegas de “jamanta”, “elefante”, “dragão”. Usava óculos com sete graus de miopia. E tão tímida que corava e ficava muda se me deparasse com ele no corredor ou se olhasse para mim. Mas nada me impedia de sonhar e desejá-lo em silêncio, admirando-o, sabendo tudo que acontecia com ele, seguindo seus passos ao longe. Muitas vezes eu achava que via mais do que os outros, que o conhecia melhor do que seus amigos, mesmo sem ser íntima dele. Talvez fosse coisa da minha cabeça, mas eu reparava mais do que apenas sua beleza ou seu jeito extrovertido e atraente de ser. Como da vez em que o vi sentado no canto do pátio com lágrimas nos olhos, sozinho, quando devia estar na sala.

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Como se ele gritasse e exigisse: Por que fez isso comigo? Eu solucei e aquele som minúsculo foi o bastante para alertá-lo. Seu olhar endureceu e em questão de segundos tudo estava de volta, cada polegada dele preparada e armada contra mim. Ainda lamentei baixinho, mas tudo tinha passado como se nem tivesse existido: - Theo. Seu olhar foi para Helena, dormindo na cama ao meu lado. E então, como se eu não merecesse nem uma palavra ou um pingo da sua atenção, terminou de entrar no quarto e deu-me as costas. Entrou no closet e tentei respirar, controlar minha dor, ser capaz ao menos de ter forças e lutar. Ele não demorou. Saiu de lá com uma sacola onde enfiou algumas roupas nos braços e um par de sapatos. Eu fiquei com muito medo que estivesse me deixando de vez e indaguei baixinho: - Aonde você vai? Não respondeu. Não me olhou. Mas não saiu do quarto de uma vez. Ao contrário, se aproximou da cama e fiquei nervosa, meus olhos bebendo de sua imagem, engolindo-o com fome. Theo não ia ali por mim, mas por Helena. Inclinou-se sobre ela e beijou suavemente sua cabecinha.

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O copo de café estava no carpete, ao lado dela, e a caixa de donuts, aberta para o mundo. — Você vai engordar — eu disse, antes de girar minha senha na fechadura. Não tinha como ser mais grosseira? Virei-me para pedir desculpas. Ceci não tinha escutado, ou estava me ignorando. Abri meu armário e olhei no espelho. Precisei ficar na ponta dos pés para conseguir vê-la. Ela tinha dado uma mordida em um donut de chocolate e estava agitando-o no ar, como isca para mim. Sorri para mim mesma, sabendo que estava sendo observada. Deixando o armário aberto, fui para o lado oposto do corredor e examinei o que havia na caixa. A maioria dos donuts estavam esmigalhados ou eram sobras amassadas. — Esses são os piores donuts que já vi. — Abaixei e escolhi um pedaço com cobertura de coco. — Não sei quanto pagou, mas você foi roubada. Ela fechou a revista em quadrinhos. — Como não paguei nada, digamos que foi um bom negócio. — Donuts grátis? — Minhas sobrancelhas saltaram.

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